Cotonicultores debatem avanços e melhores estratégias no mercado de Algodão

Com o otimismo de uma safra de algodão com aumento de área, bom desenvolvimento das plantações, além da expectativa de crescimento nas exportações de pluma, cotonicultores dos maiores estados produtores da cultura têm um encontro marcado neste dia 30 de junho, em uma fazenda na Serra da Petrovina, em Mato Grosso. Junto com empresários rurais precursores do algodão brasileiro, como Gilberto Goellner e Walter Horita, e especialistas na cultura, os participantes terão a oportunidade de debater as melhores estratégias para a viabilização do algodão.

Haverá informações técnicas e de mercado, iniciando com o especialista em fisiologia do algodão, Fábio Rafael Echer, sobre ‘manejo tecnológico para altas produtividades no algodão’. Professor e pesquisador na Universidade do Oeste Paulista (Unoeste) nos cursos de graduação, mestrado e doutorado em agronomia, Fábio também atuou como pesquisador no Instituto Matogrossense do Algodão (IMAMT).

A ‘viabilidade do algodão para os próximos cinco anos’, será aborda por Márcio Guimarães, gerente comercial de uma multinacional. O produtor rural Walter Horita, um dos três maiores cotonicultores do Brasil, falará sobre ‘a voz do produtor de algodão’. Gilberto Goellner, os especialistas Fabio Echer, Márcio Guimarães e Humberto Balieiro, vão debater sobre o desenvolvimento do mercado de algodão.

De acordo com o nono levantamento da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), o desenvolvimento das lavouras de algodão continua muito bom, com destaque para os maiores estados produtores da cultura – Mato Grosso, Bahia, Mato Grosso do Sul e Goiás. Em Mato Grosso a colheita inicia nos próximos dias e a comercialização já se encontra em torno de 85% da produção. Na Bahia, a colheita já teve início nas lavouras de sequeiro, inclusive na região do extremo oeste do estado.

Além da expectativa de um novo recorde na produção nacional, de 2,015 milhões de toneladas de algodão em pluma, o Brasil também poderá alcançar, ainda em 2018, uma nova posição na exportação mundial, superando Austrália e atrás apenas dos Estados Unidos e Índia, segundo dados da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

A entidade também está otimista com o crescimento da área plantada nesta safra, de 25,2% em relação à safra passada. A comercialização da safra 2016/17, aliada às boas perspectivas atuais de mercado gerou esse ambiente positivo no setor produtivo, que aumentou a área de cultivo.

A informação é da assessoria.

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